Mediação de Conflitos: entenda essa importante ferramenta!

Você já ouviu falar sobre a Mediação de Conflitos?

Já participou desse método ou conhece alguém que vivenciou a experiência?

Se sim ou se não, esse post é para você. Garanto que vai amar saber mais sobre esse instituto, que pode trazer vários benefícios para a sua vida!

Tem um conflito e quer resolvê-lo de forma célere? Então leia até o fina!

O universo da Mediação é extenso, mas estamos aqui para te mostrar uma parte dele. Vamos lá?

O que é Mediação de Conflitos?

A Mediação é um método de resolução de conflitos que visa facilitar a comunicação entre as partes conflitantes. 

O procedimento é conduzido por um terceiro neutro e imparcial, o Mediador. Ele permite que as próprias partes confrontem seus pontos de vista e procurem uma solução consensual. Dessa forma, poderão definir a melhor solução para o problema em questão, para ambos os lados.

O Mediador, portanto, enquanto figura neutra e imparcial, não tem qualquer interesse no caso e não emite qualquer decisão e julgamento, ao contrário de um juiz.

Por esse motivo, muitos acreditam que o principal e mais importante traço da Mediação reside na autonomia e empoderamento das partes. São elas as responsáveis pela resolução do conflito, em todos os seus termos.

Principais características da Mediação

Como já explicitado acima, a Mediação se baseia na comunicação, no diálogo entre as partes, e, mais ainda, na autonomia das mesmas.

O Mediador será sempre uma figura imparcial, independente, neutra, sem poder decisório ou consultivo.

Ele facilitará o diálogo entre os envolvidos no conflito e, para tal, poderá se utilizar de várias técnicas. Uma delas consiste na identificação do momento oportuno para realizar sessões conjuntas ou confidenciais. Nestas, o mediador conversará com cada parte individualmente.

O estabelecimento ou restabelecimento de relação social, a prevenção ou a solução da situação em causa são os principais objetivos da Mediação.

Desse modo, o que se pretende, por meio dela, é fazer com que as partes analisem o contexto em questão sob uma nova perspectiva.

A ideia é que as partes consigam voltar sua atenção para os seus verdadeiros interesses e necessidades, ao invés de discutirem apenas os motivos que levaram ao conflito, quem tem ou não razão, quem merece mais ou menos.

Exatamente por esse motivo o método é indicado para os casos em que as partes envolvidas possuem uma relação de proximidade e têm a vontade ou necessidade de prosseguir com a mesma.

Benefícios da Mediação

A Mediação, quase sempre, é mais econômica, mais ágil e mais eficaz do que o processo judicial.

No caso da Mediação Extrajudicial, as partes terão de arcar somente com os gastos decorrentes da contratação da Câmara de Mediação ou do profissional Mediador.

Já em se tratando de uma Mediação Judicial, caso as partes encontrem uma solução para o conflito durante o procedimento, os custos judiciais serão reduzidos, vez que o processo acabará mais rápido.

Se quiser saber mais sobre as diferenças entre a Mediação Extrajudicial e a Mediação Judicial, leia nosso E-book. Nele, abordamos o tema com profundeza!

Conciliação X Mediação: qual a diferença?

É necessário considerar as peculiaridades dos métodos adequados de resolução de conflitos mais conhecidos no Brasil, de forma que seja possível diferenciá-los. Falamos, aqui, da mediação, da conciliação e da arbitragem. Abordaremos, neste tópico, os dois primeiros, tendo em vista que, com frequência, eles são confundidos.

A Conciliação é um método voluntário por meio do qual as partes tentam chegar a um acordo.

Essa definição pode parecer semelhante à da Mediação, mas os métodos não se coincidem. A principal diferença entre eles está na postura adotada pelo terceiro interventor, seja ele o Conciliador ou o Mediador.

No caso da Conciliação, o Conciliador não é neutro e atua ativamente com o objetivo de fazer as partes chegarem a um acordo.

Como consequência, nesse método, ao contrário da Mediação, não existe, por parte do terceiro interventor, uma preocupação com a relação entre as partes. O que se pretende é fazer com que as partes cheguem a um acordo, pondo fim ao conflito.

Por isso, a Conciliação é indicada para problemas e situações pontuais, para os casos que não envolvem relações continuadas. .

Já a Mediação tem como objetivo facilitar o diálogo entre as partes, visando um resultado mutuamente aceitável. O acordo nem sempre será estabelecido e, nesses casos, ainda assim a Mediação poderá ter sido frutífera.

Por fim, propomos a você uma reflexão, com base em um depoimento dado pelo Ministro Luis Roberto Barroso:

“O advogado do futuro não é aquele que propõe uma boa demanda, mas aquele que a evita”.

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